Trabalhadores do GHC denunciam coação para aceitar remanejamento de setor

Após o GHC se comprometer apenas com o remanejamento de setor para trabalhadores que integram o grupo de risco para a Covid-19 e que são considerados da linha de frente, diversas denúncias têm chegado até a Aserghc sobre as questões de segurança no combate à pandemia.

Nesta semana, os relatos são de que as chefias estariam percorrendo os setores com um documento para os funcionários do grupo de risco em que eles teriam que assinar se comprometendo a “ser remanejado, realocado ou ter férias compulsórias ou ainda ser afastado pelo período de 30 dias, com banco de horas a ser pago em até 18 meses”.

Trabalhadores manifestaram preocupação diante da medida, que coloca em risco a saúde e também a vaga atual do funcionário. Essa ação está sendo realizada de forma arbitrária pelo GHC, pois não foi construída em diálogo com a associação ou qualquer entidade sindical, tampouco comunicada às entidades representativas.

A Aserghc entende que todos trabalhadores da saúde que circulam nas unidades e hospitais estão expostos ao novo coronavírus, uma vez que a transmissão já é comunitária no RS e há pesquisas que apontam a estimativa de que 80% das pessoas que contraem não manifestam sintomas.

Na terça-feira (14/04), a Aserghc e os sindicatos dos trabalhadores da saúde decidiram levar a julgamento a ação pública que reivindicava o afastamento imediato dos trabalhadores que fazem parte do grupo de risco, em todas as áreas de assistência hospitalar e comunitária. Independente da decisão judicial, os dirigentes sindicais garantem que seguirão na luta pela valorização da vida de quem cuida da vida da população.

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