ASERGHC e entidades sindicais seguem pressionando GHC por afastamento de trabalhadores do grupo de risco

Uma semana após concordar apenas com a realocação dos trabalhadores do grupo de risco de somente alguns setores dos hospitais e unidades, a gestão do GHC volta amanhã ao Tribunal Regional do Trabalho para explicar sua postura instransigente e irresponsável sobre a segurança dos trabalhadores.

Diante da perda da primeira trabalhadora técnica de enfermagem do Grupo para a COVID19, que fazia parte do grupo de risco para a doença e seguia na linha de frente da assistência à população, a diretoria insiste em negar o direito de afastamento dos colegas na mesma situação, contrariando inclusive o Ministério da Saúde e a OMS.

Em São Paulo, o Tribunal de Justiça determinou que os enfermeiros que são parte do grupo de risco para a doença e que estão trabalhando sem EPIs devem ser afastados pelo estado. Essa decisão mostra que a reivindicação básica dos trabalhadores pode ser atendida para todas as categorias.

A Aserghc, junto ao Sindisaúde-RS, Sinditest-RS, Sergs e Sindifars, estarão amanhã, 14 de abril, em nova reunião de mediação para reafirmar a urgência de afastamento dos trabalhadores do grupo de risco, assim como o fornecimento de EPIs para todos e a testagem para todos os colegas, incluindo os assintomáticos. Para seguir sendo referência no combate à COVID19, a gestão do Grupo pode realizar novas contratações de profissionais de forma emergencial. O GHC tem o dever de cuidar da vida de quem cuida da população.

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