15 de Março: Paralisação nacional contra a Reforma da Previdência

O dia 15 de Março foi marcado por protestos contra a PEC 287, que reforma a previdência social, nas mais diversas cidades do Brasil. Estima-se que no Brasil cerca de 1 milhão de pessoas tenham participado das manifestações contrárias à mudança nos requisitos para chegar à aposentadoria.

Em Porto Alegre, cerca de 10 mil trabalhadores se concentraram na Esquina Democrática no Centro Histórico. Os representantes da associação distribuíram a última edição do Jornal da ASERGHC, dialogando com as diversas pessoas que passavam pelo centro sobre a precarização das condições de trabalho na saúde, situação comum também na área da educação e segurança. Dezenas de categorias do funcionalismo público e jovens marcharam em direção ao Largo Zumbi dos Palmares. Ao passar pela Av. Borges de Medeiros, moradores “piscaram” as luzes de seus apartamentos em sinal de apoio à manifestação.

Representantes da ASERGHC na Esquina Democrática
Representantes da ASERGHC na Esquina Democrática

A reforma da previdência, proposta pelo governo federal de Michel Temer do PMDB, vem para “equilibrar as finanças do país”. No entanto, tem causado preocupação e rechaço, seja na população que está próxima da aposentadoria, seja na juventude que ainda busca estabilidade financeira e oportunidade no mercado de trabalho.

O impacto da reforma ainda é desconhecido por grande parte dos brasileiros. As mulheres serão as principais afetadas pela reforma, em especial as pobres e negras, pois o tempo de contribuição necessário para elas será igualado ao tempo para os homens. Essa medida ignora o fato de que as mulheres trabalham fora de casa e também dentro do lar com o trabalho doméstico. Além disso, as mulheres ainda ganham salários cerca de 30% menores do que os homens. Outra mudança é a idade mínima de 65 anos e o aumento do tempo de contribuição. As mulheres com idade de 45 anos ou mais, e homens com 50 anos ou mais, precisarão contribuir com pelo menos mais metade do tempo que faltaria para atingir o tempo de contribuição que é exigido atualmente. Por exemplo, se para uma trabalhadora faltava um ano para a aposentadoria, com a reforma da previdência aprovada faltarão um ano e meio.

O dia nacional de greve geral, o #15M, demonstrou a capacidade de resistência coletiva dos trabalhadores quando unidos, para barrar a reforma e quaisquer retirada de direitos dos trabalhadores.

Passeata pela Av. Borges de Medeiros
Passeata pela Av. Borges de Medeiros

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