Trabalhadores de hospitais de Porto Alegre entram em greve a partir de 9 de novembro

Assembleia aprovou greve por unanimidade | Foto: Aiman Braga / Aserghc
Assembleia aprovou greve por unanimidade | Foto:  Aiman Braga / Aserghc
Assembleia aprovou greve por unanimidade | Foto: Aiman Braga / Aserghc

Funcionários de hospitais privados e servidores de hospitais públicos aprovaram paralisação de 48 horas a partir do dia 9 de novembro. A decisão foi tomada por centenas de trabalhadores durante assembleia unificada realizada nesta quinta-feira (27) no pátio do Hospital Conceição. Após seis meses de negociações e com todas das databases vencidas, a categoria decidiu pela greve já que a última proposta apresentada pelo Sindihospa foi considerada insatisfatória e insuficiente. Enquanto os trabalhadores pedem reposição da inflação pouco acima de 9% e aumento real de 5% para o conjunto da categoria, os hospitais oferecem apenas 4,9% agravando o quadro de perdas salariais que se acumularam nos últimos anos.

A greve também é uma demonstração de disposição à luta pelas melhorias nas condições de trabalho e contra a PEC 241, que congela os investimentos em saúde pelos próximos 20 anos e atinge diretamente a prestação do serviço, paralisando investimentos na qualificação do atendimento e ameaçando frontalmente as condições de trabalho e remuneração dos servidores públicos federais lotados em hospitais de referência em Porto Alegre, como Conceição, Clínicas, Cristo Redentor e Fêmina.

Para o presidente da Aserghc, Valmor Guedes, a deliberação tomada pela assembleia é uma demonstração de unidade e força. “O arrocho nos gastos públicos é para pagar uma conta que não é de responsabilidade dos trabalhadores e não aceitamos pagar. Precisamos fincar pé para fazer uma luta unificada pois só assim vamos conseguir conquistar o que é nosso direito”.

Já para o presidente do Sindisaúde, Arlindo Ritter, a greve dos bancários é uma demonstração clara de que com a categoria unida e determinada, é possível conquistar avanços. “Precisamos unir forças e mostrar que não aceitamos o que querem nos impor”. Outros dirigentes sindicais também citaram outras demandas que estão na pauta da paralisação, como qualificação na estrutura dos hospitais e condições dignas de trabalho. Recentemente o Ministério Público do Trabalho fez vistoria no Hospital Conceição e identificou 38 irregularidades que resultaram em uma notificação à direção do GHC. Entre os casos citados, uma enfermeira que tinha mais de 70 pacientes sob sua responsabilidade durante o turno e sobrecarga de peso transportado por servidores.

Alem da ASERGHC, participaram da assembleia representantes do SERGS, SINDITEST/RS, AMEHC, AMECRE, SIMERS, SIPERS, SINDAERGS, SASERS, SINDIFARS e SISERGC.

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