Protesto de trabalhadores do GHC em defesa do SUS e de melhores condições de trabalho

O Dia Mundial da Saúde foi marcado por ato de protesto dos trabalhadores do Grupo Hospitalar Conceição. Concentrados desde o final da manhã deste 7 de abril, em frente a emergência do Hospital Nossa Senhora da Conceição, os servidores chamaram a atenção dos usuários do Sistema Único de Saúde para a falta de pessoal, materiais e para as péssimas condições de trabalho no GHC. O Presidente do Sindisaúde-RS, Arlindo Ritter, lembrou que a precarização da rede pública é uma preparação para as terceirizações que favorecem a corrupção entre empresas, gestores e políticos corruptos. “Precarizar o serviço público faz parte do esquema que favorece a privatização do SUS via empresas terceirizadas. São as mesmas empresas corruptoras de políticos e partidos. É a raiz do principal problema que temos hoje no país. Nós não aceitamos isso. Por isso protestamos e queremos a solidariedade da população!”, declarou Ritter. No Ato, o Presidente da ASERGHC, Valmor Guedes, lembrou os casos de violências ocorridos no Hospital Cristo Redentor e exigiu providência dos gestores na proteção a funcionários e usuários.
A Direção do GHC vem sendo denunciada por práticas de superexploração do trabalho, assédio moral e perseguição de trabalhadores. No último dia 9 de março, uma Audiência Pública na Comissão de Saúde e Meio Ambiente da Assembleia Legislativa abordou os problemas enfrentados pelos trabalhadores do Grupo. Servidores do setor de higienização denunciam assédio moral e perseguições. Trabalhadores de diversos setores apontaram terceirizações parciais. A superexploração dos trabalhadores, com jornadas extensas e intensivas de trabalho, foi outro tema denunciado aos deputados que preparam uma visita ao GHC para verificar in loco as denúncias.

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