Nota de repúdio ao racismo no caso Hospital Dom João Becker

No último sábado, 18, uma família negra foi agredida e humilhada dentro do Hospital Dom João Becker, em Gravataí. A esposa e mãe Maria Gonçalves Lopes estava internada na unidade, acompanhada de seu marido Everaldo da Silva Fonseca.

Durante a madrugada, um celular de uma profissional auxiliar de enfermagem sumiu. Um dos filhos do casal relata que prontamente seu pai, Everaldo, foi considerado o principal suspeito de furtar o aparelho, sendo agredido e humilhado diante das pessoas que o cercavam no hospital. A família conta que o celular foi procurado inclusive nas fraldas que Maria usava. Assustada e preocupada com as acusações contra o marido, Maria passou mal, sofreu um ataque cardíaco e faleceu em seguida. O celular foi encontrado momentos depois em outro local do hospital.

A família registrou a agressão em boletim de ocorrência. A instituição, que é administrada pela Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre, declarou que fará sindicância interna para apurar os fatos.

A violência praticada dentro do hospital tem cunho evidentemente racista. O coletivo Raça, Gênero e Diversidade da ASERGHC repudia a omissão dos gestores que permitem a reprodução do racismo estrutural nas instituições de saúde, causando a humilhação sofrida por essa família negra. Esperamos que as medidas cabíveis sejam tomadas com todos os gestores e profissionais envolvidos, e expressamos nossa solidariedade à família de Everaldo e Maria.

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