Justiça pressiona diretoria do GHC para renovar o Acordo Interno

Na tarde de ontem, 04, a ASERGHC e as entidades sindicais participaram da reunião de mediação do Tribunal Regional do Trabalho (TRT4) para discutir sobre o Acordo Coletivo de Trabalho do GHC (Vale-alimentação, Férias Prêmio e Licença para Capacitação). Mais uma vez, a diretoria do GHC não estava presente e mandou seus advogados. Fato que foi mencionado durante a reunião, como prova do desrespeito desta gestão.

A mediação, através da justiça, foi a solução encontrada após inúmeras reuniões com os advogados da diretoria do GHC. O vice-presidente do TRT-4, o Desembargador João Pedro Silvestrin, afirmou a necessidade da diretoria de receber os trabalhadores e da importância de cláusulas histórias, como o vale alimentação.

A diretoria do GHC se comprometeu em ir a Brasília para buscar um acordo com a Secretaria de Coordenação e Governança das Empresas Estatais (SEST), responsável pelo orçamento de investimento das empresas da União, a fim de firmar um acordo para que se mantenham integralmente as três cláusulas do ACT (Férias Prêmio, Licença para Capacitação e o Vale Alimentação). A proposta é que o Vale Alimentação seja reajustado em 9,70%, referente às perdas de 4,91% de 2016 e do INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) do período atual.

Para as entidades sindicais, se os direitos já adquiridos forem cortados e o Vale Alimentação não for reajustado de acordo com os valores já estipulados, há possibilidade de paralisações e greves. Valmor Guedes, presidente da ASERGHC, ainda expôs as dificuldades enfrentadas pelos trabalhadores: “Na hora de aplicar os deveres à direção do GHC aplica a CLT, mas quando se trata dos direitos para os mesmos, ela é pública. Na hora de cortar o orçamento é sempre do lado dos trabalhadores, ao invés de proporem remodelações e melhorias”. Guedes ainda denunciou o modelo de gestão do GHC que é realizado por indicações partidárias, que acabam precarizando o atendimento e a saúde pública.

Raquel Paese, advogada dos sindicatos presentes, complementou falando sobre a importância de políticas de gestão de Recursos Humanos para uma organização como o GHC. Para Paese, as férias-prêmio e a licença para capacitação contemplam aqueles trabalhadores que são assíduos e têm um bom desempenho. Silvestrin ainda afirmou que tais ações fazem parte dos benefícios concedidos baseados na pontualidade e condicionado para execução e aperfeiçoamento dos trabalhadores.

Outro item debatido foi o corte do ponto dos trabalhadores na paralisação que dourou 12 horas no dia 29 de maio. Foi solicitada a possibilidade de compensação destas horas. Ainda foi decidido que o GHC terá até o dia 14 de julho para se manifestar nos autos do processo e a próxima reunião de mediação, junto à justiça, está marcada para o dia 17 de julho às 14h no TRT-4. Permanecemos de Olho Vivo na luta por direitos!

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Fotos: Comunicação ASERGHC

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