Em defesa do SUS 100% público. Não à privatização do GHC!

Durante os debates acerca do Acordo Coletivo, nesta quarta-feira (13/11), também teve destaque a preocupação dos trabalhadores referente ao regulamento de pessoal publicado pelo GHC, a vigorar a partir de janeiro de 2020.
Sabe-se que estamos diante do risco de privatização do Grupo. Em matéria veiculada pelo jornal Folha de São Paulo, em 3 de novembro, o GHC aparece na lista das empresas públicas que estão no Plano Nacional de Desestatização do governo Bolsonaro.
O governo criou um Programa de Parcerias de Investimentos – PPI-, órgão comandado pelo ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni. Segundo Martha Seiller, chefe do programa, o objetivo é ter uma fábrica de projetos e prospectar novas áreas para parcerias com a iniciativa privada.

O regulamento interno publicado pela direção, assim como a falta de diálogo para renovação dos acordos internos demonstram o quanto é claro o risco de privatização do GHC, já que há falta de funcionários, a tentativa de precarizar ainda mais as relações de trabalho e o serviço e preparar demissões, para assim, facilitar a entrega da instituição para a iniciativa privada.

A ASERGHC e o SINDISAÚDE-RS estão em tratativas para uma audiência com o ministro Onyx Lorenzoni para exigir esclarecimentos da política de privatização. Entendem que é de extrema importância o início de uma forte campanha em defesa do GHC e do SUS 100% público.

Durante assembleia do Banco de Horas, trabalhadores também debateram sobre o risco de privatização do GHC

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