Assembleia dos trabalhadores rejeita renovação do Banco de Horas do GHC

Em assembleia geral realizada nesta quarta-feira (13/11), os trabalhadores decidiram, em ampla maioria, rejeitar o Banco de Horas proposto pela gestão do GHC. A decisão é uma reação dos trabalhadores frente à intransigência durante as mesas de negociação. Uma demonstração de que não aceitam a política de perseguições e as últimas ações de gestão, como a retirada de direitos provocada pelo Governo Federal.

Inicialmente, o diretor de Comunicação da Aserghc, Valmor Guedes, apresentou um panorama das negociações em um cenário das reformas e MPs que atacam os direitos trabalhistas. A advogada Ingrid Birnfeld, que conduziu as negociações jurídicas, relembrou as fases da mesa de negociação assim que aprovada a Reforma Trabalhista, em novembro de 2017. Também lembrou que os gestores não aceitaram buscar um entendimento acerca do Banco de Horas condicionado com o Banco de Remanejo. Proposta que atendia os interesses dos trabalhadores, mantendo a igualdade e a isonomia dos direitos.

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