Aserghc e sindicatos da saúde na busca incessante por proteção efetiva aos trabalhadores do GHC

Em mais uma audiência de mediação  realizada no Tribunal Regional do Trabalho da 4ª região (TRT4) no dia 24 de julho,  SINDISAÚDE-RS, ASERGHC, SERGS, SINDIFARS e SINDITEST-RS pautaram melhorias dos relógios-ponto dos hospitais do GHC, devido à aglomeração de pessoas no momento do registro da jornada. Foi acordado o aumento do número de relógios, a limpeza permanente e a instrução e organização de filas com o devido distanciamento e demais cautelas necessárias para evitar a contaminação pelo coronavírus.

Os sindicatos também cobraram da gestão hospitalar a testagem universal de todos os trabalhadores, inclusive os assintomáticos, tendo em vista que o GHC está realizando testes apenas em servidores sintomáticos, e os sindicatos entendem que as testagens são insuficientes. Estudos revelam que assintomáticos também transmitem o vírus, de forma que os sindicatos não podem aceitar medidas de gestão que contrariam a ciência e expõem ainda mais trabalhadores, pacientes e comunidade.

Uma nova audiência de mediação será realizada no dia 7 de agosto, quando, então, as entidades sindicais esperam conquistar mais avanços protetivos para os trabalhadores, com a efetiva testagem dos trabalhadores e que o GHC garanta a implementação de uma linha de cuidados aos trabalhadores atingidos pelo Covid-19. Participaram da mediação os advogados Renato Kliemann Paese e Ingrid Birnfeld.

Linha de cuidados da Saúde do Trabalhador

A preocupação da diretoria da Aserghc e das entidades sindicais, que deve ser pauta central na próxima mediação do dia 7 de agosto, é com o efetivo acompanhamento e rigoroso controle, por parte da Saúde do Trabalhador do GHC, de doenças crônicas como hipertensão arterial, diabetes, insuficiência cardíaca, asma, bronquite, enfisema, entre outras.

Atualmente a relação do Departamento de Saúde Ocupacional carece de um link real com os trabalhadores positivados por Covid-19, principalmente agilidade em relação a emissão da Comunicação de Acidente do Trabalho (CAT), para registro de doença ocupacional. Mesmo com o trabalho desenvolvido pelos representantes das entidades sindicais na denúncia e cobrança de ações, a gestão hospitalar tem sido evasiva e negligente para com os trabalhadores do Grupo.

Passados mais de cinco meses desde o primeiro caso de Covid-19 diagnosticado no Brasil, há cada vez mais trabalhadores do GHC que necessitam assistência decorrente das sequelas provocadas pelo coronavírus, como deficiências pulmonares, cardíacas ou renais, e que ficam sem os recursos de que necessitam. São trabalhadores que necessitarão de atendimento contínuo, e já há um enorme contingente de colegas que relatam se sentir, literalmente, abandonados à própria sorte.

Dentre os problemas pelos trabalhadores com sequelas pulmonares, cardíacas ou renais após a recuperação de Covid-19, apresentam sintomas como cansaço intenso, diminuição da função respiratória e dificuldade para realizar as atividades da vida cotidiana. Relatos ainda dão conta das sequelas psicológicas e psiquiátricas.

O Hospital Nossa Senhora da Conceição, referência no atendimento e tratamento de pacientes infectados pelo coronavírus no RS, não cuida da saúde de seus trabalhadores.

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